Coluna: A Diamonds World Tour e toda sua grandeza

ldni6b1f

Após inúmeros rumores, na noite de 6 de setembro de 2012, depois de uma performance eletrizante na abertura do VMAs, Rihanna anunciou a ‘’Diamonds World Tour’’, revelando algumas datas, anexas ao pôster de divulgação da turnê, e nada mais, o que evidentemente deixou todos os fãs  em polvorosa. Ao se manifestar sobre a digressão mundial a diva afirmou: “É a maior turnê que já fiz até hoje.”

E Rihanna não estava sendo precipitada; em 8 de março de 2013, quase 7 meses após o anúncio de que viajaria pelo mundo em turnê, na cidade de Buffalo, nos Estados Unidos, ela dava o pontapé inicial para seu show ao vivo considerado por muitos como magnífico. Alguns fãs mais críticos e comentários na web davam conta que apesar da beleza do show e da presença de tantas coreografias, RiRi estava abusando de base pré-gravada.

Devido a problemas de saúde – resfriado e laringite – e sob prescrição médica, Rihanna cancelou o 2° show da turnê, que iria acontecer em Boston, assim também foram cancelados os shows dos dias 12 de março, 15 e 16 de Abril, todos realizados posteriormente.

Mas nenhum desses cancelamentos deixou com que a turnê perdesse o seu ritmo, ou fez com o que público diminuísse, pelo contrário, RiRi lotou todas as arenas por onde passou em todos as cidades confirmadas, e isso não apenas por ela ser uma das maiores estrelas da música mundial, mas também, pela turnê em si, que é um espetáculo desenvolvido diretamente para grandes públicos, fato confirmado diante mão pela própria gravadora e a gerenciadora da tour.

award

 Começando pelo conceito, um dos mais excepcionais em turnês da diva até hoje, percebe-se que ao mesmo tempo em que se envolvia por um projeto mais intimista, mais artístico, tudo era de muita grandiosidade e luxo aliada à reunião de tudo de melhor que Rihanna fez em sua carreira. É evidente que isto difere a “Diamonds World Tour” de todas as outras tours da diva: na “Good Girl Gone Bad Tour”, uma Rihanna apenas garota, apesar de sua contínua descoberta de que estava amadurecendo, e na “Last Girl On Earth Tour” a mulher que queria mostrar ao mundo suas várias faces e reações perante o amor, a fama, o mundo em si ou a “Loud Tour” onde predominou uma Rihanna mai dançante, aberta  e feliz, com um típico show de turnês feitas em grande parte para divulgar o tema central do CD.

Alguns aspectos importantes devem ser destacados da “Diamonds World Tour”:

– A abertura do show, ao contrário do que Rihanna sempre fez, não traz um de seus grandes hits e nenhuma de suas músicas dançantes, mas sim, ‘’Mother Mary’’ uma canção profunda, com desempenho intimista, em um tom totalmente religioso, número evidentemente inspirado em muitas outras divas, tais como Madonna, que investem em uma entrada menos pulsante e mais reflexiva para o show. Na LGOET de fato sua abertura seguia a mesma linha, entretanto com uma temática totalmente diferente.

award

– A falta do uso excessivo de ‘’cores’’ tem um significado muito forte, pois segue uma proposta artística em voga nos trabalhos de Rihanna nos últimos tempos: o recurso a motivos e temas recuperados de antigas culturas artística como o Egito na “Summer Tour” de 2012 ou a Grécia/Roma antigas na atual turnê. O jogo de luz no palco dá atenção direta apenas aos pontos cruciais que são a própria Rihanna e os dançarinos, as esculturas e colunas greco-romanas e evidentemente os enormes painéis acima e no fundo, tornando tudo uma grande obra de arte, com recurso à ilusão visual em 3ª dimensão causada pela alta definição dos telões.

award

Também em contrapartida às turnês anteriores, RiRi optou por uma turnê com menos adereços de palco para serem usados durantes as performances e mais atenção nela mesma e no corpo coreográfico. As apresentações se revezam entre Rihanna com o pedestal, coreografando, ou na parte reggae do show, no qual ela se despoja e apenas a voz e as expressões corporais importam. Outro dado interessante da DWT é que a equipe de ballet é formada apenas por mulheres, fator diretamente ligado ao conceito do show que se volta às várias faces assumidas pela feminilidade.

award

Quanto aos figurinos, cujo design e produção são resultados de uma grande colaboração entre o ateliê “Givenchy”, representado por Riccardo Tisci com Adam Selman, professional designer da diva Rihanna, Rafael Simons e Lanvin. O impacto causado pelas roupas da nova turnê não incidem diretamente sobre a sensualidade e curvas do corpo, tais como os figurinos da Loud Tour, por exemplo; a busca de um foco maior no viés fashionista da diva – correspondente ao momento que ela vive com diversos projetos de moda – faz parte do conceito da turnê que traz para o palco peças e obras vistas apenas nas passarelas, ou que só Rihanna tem cacife para vestir e sair na rua.

A túnica preta desenhada por Tisci para ‘’Mother Mary’’, faz com que o corpo de Rihanna se suma em meio à escuridão e os fãs escutem apenas sua voz ressoar o cântico, que evidentemente é uma oração de contrição. A intro do show é um momento realmente arrebatador.

O primeiro bloco, tem: Estampa polêmica, transparência, barriga e pernas a mostra, mas nem por isso é vulgar, apenas não se esquece de uma característica imprescindível de Rihanna: a sensualidade. Florais em meio a corpos de mulheres entrelaçados formam a estampa da capa que RiRi usa por pouco tempo, e a parte de baixo de seu figurino. Um sobretudo transparente de mangas escuras, cae perfeitamente em cima de um bustiê preto simples, por fim, Rihanna usa uma bota preta, de cano altíssimo com detalhes da mesma cor de seu colar.

Já no segundo bloco do show, Rihanna usa bustiê e calça de cintura alta das mesmas cores, em vermelho, amarelo e preto, a base de couro, látex e tecido, é um dos figurinos mais diferentes que Rihanna já usou e talvez um dos menos sensuais. Não é tão comum, mas evidentemente casa muito bem com o bloco que ele introduz, pois, em “Jump” e “What Now” o palco literalmente pega fogo com chamas que se acedem durante a explosão do refrão. O design é de Adam Selman e a execução de Manolo Blahnik.

Para cantar grandes sucessos como ‘’Rude Boy’’ e ‘’What’s My Name’’ no 3° bloco, Rihanna usa uma blusa preta simples, com a frase: ‘’Sea of Desire’’, em português, ‘’Mar de desejo’’ e usa novamente uma bota de cano altíssimo, mas dessa vez branca, e completamente sem detalhes. Trata-se de um figurino sexy e sofisticado, mas, ao mesmo tempo ‘largado’ e simples para o bloco mais autêntico da turnê que também conta com canções como “You Da One”, “Man Down” e “No Love Allowed”. O clima é completado por um backdrop especial que traz uma espécie de continuação do clipe de “Man Down”, aonde RiRi aparece presa e sendo fichada pela polícia, cenas de mulheres criminosas e ações de gangues completam a temática gangstar dos telões. Raf Simons e Christian Louboutin assinam o look completo.

O quarto bloco, traz performances mais intimistas de grandes hinos da carreira de Rihanna, e para performances tão tocantes como a de ‘’Cold Case Love’’, a diva usa uma saia vermelha longa, junto com um top de mesma cor, o grande charme desse figurino é enorme colar de diamantes que Rihanna traz em seu pescoço, além da fenda em sua saia, que deixa sua perna quase toda a mostra.  A peça é mais uma obra de Adam Selman, designer pessoal da diva, e passou por algumas mudanças, pois, no começo da turnê a saia era mais curta e o detalhe do colar não existia.

5º bloco: Os hits. O penúltimo bloco da turnê é o mais vibrante de todo o show, cantando os maiores hits de sua carreira, RiRi é toda prosa com seu vestido rodado, projetado por Adam Selman e Pierre Hardy, que traz uma das estampas mais divertidas já vistas: DÓLARES COLORIDOS, é isso mesmo, as notas de dólar que estampam o vestido, com efeito ‘furta cor’, fazem com que ao mover-se, o vestido da diva, assim como seu tênis de mesmo estilo, vão mudando de cor gradativamente; o efeito, junto com a iluminação do palco forma uma explosão de cores. No comecinho do bloco RiRi usa uma jaqueta de mesmo tecido e óculos escuros, também desenhados por Selman e Versace.

So shine bright, tonight… no encore, Rihanna usa um macacão decotado, cinza e repleto de diamantes do começo ao fim, um sapato de salto agulha e um gigantesco colar de pedras escuras, o ultimo figurino é o mais fácil de se explicar, afinal, diamantes tem tudo a ver com a temática geral da turnê e com a diva Rihanna em si, afinal, ela nasceu para brilhar. A linda peça é um projeto de Lanvin e Manolo Blahnik, considerado o figurino mais bonito de todo o show.

award

A setlist, por sua vez, foi planejada para abarcar tanto os grandes novos sucessos quanto os hinos da carreira. De início muitos fãs criticaram o fato de Rihanna ter abandonado totalmente as canções dos seus dois primeiros CDs, entretanto, essa ausência foi compensada pela introdução e reintrodução de canções que muitos nem imaginavam que fossem figurar nesta nova fase, tais como “Rockstar 101”, cuja performance eletrizante tira o público do chão e “Cold Case Love”, balada do Rated R que nem ao menos figurou como canção durante a turnê do próprio disco. É evidente que Rihanna e a direção da tour pretendiam criar com a DWT um novo universo na carreira, não somente pela presença massiva de novas canções, mas, principalmente pela mudança radical nos arranjos instrumentais de muitas das músicas já célebres, como “Take A Bow”, “Love The Way You Lie” ou “Only Girl (In The World)”.

1° ato:  Mother Mary (Intro), Phresh Out the Runway, Birthday Cake, Talk That Talk, Pour It Up, Cockiness e Numb.

Com músicas do Unapologetic e do Talk That Talk, o bloco inicial é onde RiRi de fato se esbanja para introduzir o show, mais coreografada do que nunca, a diva além de cantar, ‘’twerka’’, e ainda sensualiza com as suas dançarinas. As canções de teor mais sensual e descompromissado são próprias para dar o pontapé inicial no show e tirar o fôlego dos fãs, afinal é um momento de extrema provocação de Rihanna para com o público.

2° ato: Jump, Umbrella, All Of The Lights, Rockstar 101 e What Now.

Esse é o ato mais diversificado de todos, seguindo as coreografias acompanhadas do corpo de bailarinas e fazendo todos pularem, Rihanna canta ‘’Jump’’, cujo arranjo é perfeito para a introdução de “Umbrella”, um dos maiores hinos da carreira e que para a surpresa do todos ganhou pouca atenção na setlist, não figurando junto com o encore. “All Of the Lights”, canção seguinte cuja performance se resume somente a um pequeno trecho, serve como uma espécie de ponte para “Rockstar 101”, cuja performance como já citada é totalmente eletrizante e envolvente: RiRi se joga no chão, balança o cabelo no modelo dos grandes cantores de rock e extravasa a cada solo de guitarra; apesar da grande energia dessa canção, entretanto, a melhor performance do bloco parece ser a de ‘’What Now’’; em meio a chamas de fogo, Rihanna canta uma das melhores canções do ‘’Unapologetic’’ junto com o público que ela faz questão de convidar para acompanhá-la. Tal como em “Stay”, “Diamonds” e as outras grandes baladas do show, esse é o momento da Rihanna dona de uma voz de ouro se apresentar.

3° ato: You Da One, Man Down, No Love Allowed, Rude Boy e What’s My Name.

Com canções mais R&B/Raggae, e inovações nos arranjos, RiRi soa como uma linda gangster, cantando maravilhosamente e circulando por todo o palco, o bloco ganha destaque por ser curto e trazer mudanças, como por exemplo, a performance de ‘’Rude Boy’’ que não tem mais o auxílio dos garotos que dançavam com Rihanna em suas duas turnês anteriores, a coreografia segue a mesma, mas apenas RiRi e suas dançarinas, a executam nos últimos versos.  Após alguns shows Rihanna resolveu introduzir “You Da One”, single do ‘Talk That Talk’ que tinha tido apenas duas performances live, no bloco. É como se cada canção dessa fase do show casasse com outra, não apenas pelo ritmo em comum mas pela temática e pela evolução performática da diva Rihanna.

4° ato: Loveeeee Song, Love the Way You Lie, Take a Bow, Cold Case Love e Hate That I Love You.

As músicas mais românticas de Rihanna em apenas um bloco, isso mesmo. Esse é um bloco que foi se formando aos poucos, o que é muito curioso. Afinal, nessa turnê, segundo circulou na web, Rihanna não performaria ‘’Take a Bow’’, o que posteriormente foi mudado a pedido dos fãs que ainda imaginavam a performance de TAB tal como na Loud Tou: um momento de conversa entre a diva e seus fãs. Atentando para a letra das canções percebemos que elas não foram agrupadas apenas por seu estilo lento, mas, principalmente porque todas falam sobre casos complexos de amor, que dirá ‘’Cold Case Love’’, nunca antes cantada ao vivo por Rihanna, e que em si expressa todo o drama vivido por ela no ano de 2009 e no período subsequente. “Loveeeee Song”, cujo trecho cantado pelo rapper “Future” aparece como base durante a execução, é sem dúvida uma das canções mais lindas e performáticas do show, arranca inúmeros gritos da plateia. O quarto bloco não poderia deixar de ser encerrado por duas das grandes baladas/hino da carreira: “Love the Way You Lie” e “Hate That I Love”, respectivamente parcerias com Eminem e Ne-Yo, não cumprem apenas o papel romântico destinado a canções desse tipo, mas, cumprem o papel de principalmente agradar os fãs, cuja aceitação seria muito baixa caso as duas canções não estivessem figurando na setlist, tais como alguns rumores deram conta durante o primeiro show em Buffalo.

5º ato: We Found Love, S&M, Only Girl (In The World), Don’t Stop The Music e Where Have You Been.

Contrastando totalmente com o bloco anterior, o penúltimo ato do show é eletrizante e traz os maiores ‘’hinos dance’’ da carreira de Rihanna, um espetáculo de múltiplas cores e vocais espetaculares, além de muita dança é claro; RiRi sobe e desce rampas, corre pelas escadas, pula, grita e acima de tudo, mostra que tem energia de sobra. A curiosidade é que S&M, por exemplo, ganhou uma roupagem totalmente diferente, sendo performada sem o uso dos chicotes e correntes, tem uma interpretação bem leve e festiva, sem deixar de ter seu teor real que está presente na letra. Este foi o bloco escolhido por Rihanna para descer até a plateia.

Encore: Stay e Diamonds.

Simples e cativante, íntimo e emocionante: este é o encore do show, onde Rihanna despede-se de seus fãs com as duas canções que a levaram a mais um novo patamar na música mundial. Cantando ‘’Stay’’ impecavelmente, ela e sua roupa de diamantes brilham intensamente em uma das baladas mais tocadas nos últimos tempos, é possível não perceber a emoção com a qual Rihanna canta seus versos da canção composta por Mikky Ekko?; mas nada se compara a ‘’Diamonds’’, as performances eram tão fiéis aos sentimentos de Rihanna, que em muitas vezes, ao se lembrar de sua vó falecida, ou até a se emocionar por ver os fãs cantando a letra do começo ao fim, a diva começava a chorar, com lágrimas sinceras, que levavam a multidão ao delírio. Rihanna transferiu o momento que era reservado em “Take A Bow” durante a Loud Tour para o final, é quando ela e os fãs parecem estar mais próximos, especialmente porque é a fase do show em que RiRi mais usa o vértice da pirâmide que existe no design do palco.

Um show tão atraente, tão completo, não poderia deixar de chamar a atenção do mundo, até das grandes estrelas de palco como Christina Aguilera, que compareceu ao show ao lado de seu namorado no Staples Center no dia 8 de abril, após o show, questionada sobre sua canção favorita, declarou: ‘’Todas as canções, adoro-a”.  Além de Christina Aguilera, no mesmo dia, compareceu ao show, Micky Stingley, crítico de uma das colunas mais famosas da Billboard, que escreveu uma manchete que trazia:  ‘’RIHANNA É INDISCUTIVELMENTE A MAIOR ESTRELA POP DO MUNDO’’. Em sua matéria, Micky escreveu:  ‘’Com cinco trocas de figurinos, novos vídeos e cenários a cada ato, Rihanna fez um show fantástico e estava com uma voz excelente, claramente curada da laringite. Com apenas 25 anos, ela já gravou 7 álbuns de estúdio em menos de 10 anos, e vendeu milhões de cópias em todo o mundo. Ela é mais que um nome familiar, ela é uma marca. Regularmente nos tabloides, sua vida pessoa começou a eclipsar sua carreira, mas parece que com a ‘’Diamonds World Tour’’ ela está tomando o controle de volta.’’

Com um show tão completo, além de ser unanimidade entre público e crítica, Rihanna não poderia deixar de bater vários recordes, tal como já é usual em sua carreira. A surpresa, porém, foi com a quantidade de recordes atingidos, superando artistas como “Lady Gaga” e “Beyoncé” – donas de turnês com estruturas deslumbrantes – RiRi se tornou a artista negra mais jovem a arrecadar 100 milhões de dólares em uma turnê (tudo isso sem contar os lucros da leg asiática, africana e dos shows em festivais), Rihanna também bateu recorde de público no “Stade de France”, em Paris, no “Millenium Stadium”, em Wales, no “Twickenham Stadium”, em Londres, e no “Yarkon Park” em Tel Avivi, Israel, tornando-se a artista dona do maior show feminino da história da arena. Unindo os shows norte-americanos da primeira fase com a leg europeia Rihanna teve uma arrecadação superior a 135 milhões de dólares, mesmo com algumas datas não sendo contabilizadas, tal como citamos anteriormente.

Shows, como por exemplo, o de Tel Aviv, a arrecadação foi superior a 6 milhões de dólares, dado fantástico para uma única apresentação.  Os números claro que são surpreendentes, mas o que mais impressiona, é que essas multidões, esses 1,6 milhões de pessoas que assistiram à turnê, não são apenas pagantes, são pessoas apaixonadas, que lotam arenas, estádios e fazem com que uma hora e meia de show, seja uma hora e meia de emoção, são momentos épicos, que só confirmam o reinado de Rihanna, que só confirmam que o mundo aclama o seu trabalho, o seu poder, a sua verdade e o que ela pode proporcionar: A grandeza da arte, de cantar. Infelizmente, os brasileiros precisarão esperar um pouco mais para rever Rihanna novamente em suas terras, pois, ao contrário de tantos rumores, a DWT se encerrou sem vir ao nosso país, mas, o que nos enche de esperança para uma possível nova tour mundial caso um novo CD seja lançado ano que vem.

1003891_659540777393591_1193528888_n

[Dados Complementares]

Público: Superior a 1,6 milhões de pessoas.

Arrecadação: Superior a 138 milhões de dólares

Países por onde passou: 31

Cidades por onde passou: 81

Número de shows: 96

Estádios: 10

Arenas: 82

Outros: 4

Atos de abertura: América do Norte: A$AP ROCKY, 2 Chainz (Abertura das remarcações de shows cancelados)

Europa: David Guetta, GTA, Haim (Shows da Bélgica e Áustria).

 

 

COMENTÁRIOS